Quionga6

da janela vejo o Chile

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Este espaço está arquivado. Não se voltará a escrever por aqui. Até ver. Querem parvoíce? Visitem o Quionga6, o novo… querem conversa séria? Visitem o CreateNotion. Estou num ou noutro ou mais provavelmente nos dois. É assim a vida digital.

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40 anos… mas não estou sozinho

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Dezembro de 1969, esta beldade chamada Gloria Root era a playmate do mês. Calculo que a Portugal tenham chegado algumas revistas mas pela porta do cavalo. As edições nacionais deviam ser outras, umas Ginas e coisas afins.

Pela mesma altura o paizinho lutava contra umas garrafas de whiskey nas praias de Angola (foi ele que me disse) e a mãezinha via-se aflita para me trazer ao mundo. Fui parido em casa, com a ajuda da D. Maria José, celebre parteira que pôs no mundo a minha geração, a anterior e mais umas quantas seguintes, e o Dr. Rocha, chamado a correr que a coisa não estava fácil. Premonições do mundo? Vá-se lá saber. A minha bisavó bem acendeu velas e eu lá nasci pela hora de almoço, a tempo das filhoses e do arroz doce e automáticamente do meu primeiro natal.

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A sinalética, a inteligência e a educação

Screen shot 2009-12-01 at 6.11.41 PM

Este sinal quer dizer o quê? Para o aprendermos fomos (a maior parte de nós) obrigados a tirar um curso de condução para lhe aprendermos o significado.

Basicamente, é proibido ultrapassar.

A forma redonda e com uma orla vermelha indica-nos que é um sinal de proibição. O vermelho está convencionado como sendo o símbolo do perigo e por isso o proibido. Percebem agora as questões relacionadas com a lingerie vermelha, lanternas vermelhas, e coisas assim.

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The Final Countdown (finally)

Começa hoje :) Aleluia, até que enfim! Vamos lá! Agora é sempre a subir!

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Permacultura (ou como teorizar sem praticar)

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Este fim-de-semana fui ajudar o sogro (coisa que fica sempre bem) na grande apanha da azeitona. E para um rapaz vindo do campo urbano, esta foi a minha primeira vez.

Foi divertido, foi sim senhores.

E dei por mim a pensar que de facto isto anda tudo ao contrário. Há gajos na cidade que fazem qualquer coisa e apropriam-se de qualquer canteiro para fazer uma horta, e gajos no campo que fogem disso a 7 pés e sonham com a vida na cidade, no shopping, na balburdia de onde depois fugirão com excesso de stress.

Passear na vila e vê-los enconstados ao café de mini na mão enquanto os velhos se esfalfam na lavoura, sem que ninguém os ajude é um bocado triste. Destas azeitonas sei que vou ter azeite do bom até à próxima colheita. Se existir… porque por este andar as próximas azeitonas ficam na arvore.

E mesmo este ano, das 180 existentes devem ser apanhadas umas 30 no máximo. Ainda assim dará para umas duas toneladas ou mais de fruto.

O outro ponto dos meus pensamentos perdeu-se nos ecologistas e permacultores, um nome fino que agora se dá a quem idolatra a vida junto da natureza. E grande parte deles nem sequer sabe que para apanhar tomate não é preciso uma escada. Na azeitona sim, dá jeito.

A ideia que quero deixar é simples: porque é que os meninos permacultores não se armam em brigada de alfabetização e vão por esses campos fora ajudar os velhotes a apanhar azeitonas, a cuidar das hortas, dos animais e etc? Em paga virão carregados de coisas boas do campo, é esse o modelo de negócio.

Faz doer as costas não é? “Permacultar” no facebook é mais fácil não é? E não suja as unhas. Pois é… depois venham-me cá com teorias que já vos digo onde as podeis plantar.

Mais prática e menos pregação, que isso é para os padres e a esses já deixei de os aturar à muito tempo.

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