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	<title>Quionga6 &#187; Ideias</title>
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	<description>da janela vejo o Chile</description>
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		<title>Ainda sobre a Playboy portuguesa</title>
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		<pubDate>Mon, 29 Jun 2009 15:14:43 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Se alguém vos perguntar &#8220;Mas quem é que ainda compra aquilo???&#8221;. Podem dizer que eu compro e ela já ganhou um lugarzinho no cesto das revistas existente no wc (não porque seja mais higiénico, mas porque é ali que as leio com mais tempo e atenção). A Playboy Portuguesa, quanto a mim, está a ganhar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blog.quionga6.com/wp-content/uploads/2009/06/29062009001.jpg" rel="lightbox[1038]"><img class="alignnone size-large wp-image-1039" title="29062009(001)" src="http://blog.quionga6.com/wp-content/uploads/2009/06/29062009001-1024x768.jpg" alt="29062009(001)" width="474" height="355" /></a></p>
<p>Se alguém vos perguntar &#8220;Mas quem é que ainda compra aquilo???&#8221;. Podem dizer que eu compro e ela já ganhou um lugarzinho no cesto das revistas existente no wc (não porque seja mais higiénico, mas porque é ali que as leio com mais tempo e atenção).</p>
<p>A Playboy Portuguesa, quanto a mim, está a ganhar nuns pontos e a perder noutros. A qualidade das fotografias melhorou bastante apesar de os ensaios das Playmates serem ainda muito fracos. Mas aqui surge a primeira pergunta. Não era suposto isto serem nus a sério? Daqueles sem nada a esconder? Então porque é que nenhuma delas se apresenta na sua totalidade? Nem a playmate dá um ar de sua graça. Tudo tapadinho não vá vir a gripe.</p>
<p>Como dirá um amigo meu, até a contínua da universidade dele é mais atrevida. Aos meus conterrâneos, espero que a palavra contínua não vos tenha lembrado a D. Judite. Espero.</p>
<p>E fico sempre a pensar que qualquer uma das moças que se mostram nos ensaios finais (este mês temos DJ&#8217;s) daria uma melhor playmate que a escolhida.</p>
<p>Mas depois vejo a revista a melhorar nos outros pontos. Este mês temos Esteves Cardoso e Pedro Paixão, longas entrevistas com cantores e actores, e os etc&#8217;s. Não li nada ainda com atenção, mas fiquei agradado porque senti alguma evolução.</p>
<p>Portanto, se melhorarem bastante as fotos continuam a ter comprador.</p>
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		<title>Sobre a organização da tralha</title>
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		<pubDate>Mon, 29 Jun 2009 14:56:02 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Aproveito a apresentação que Bruce Stearling fez na Reboot para partilhar convosco a forma como devemos reorganizar as coisas, a tralha, a colecção que vamos fazendo ao longo da vida e tornar tudo mais simples. O processo não se anuncia simples&#8230; e a vontade que tenho de o fazer é tanta&#8230; o pior é o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blog.quionga6.com/wp-content/uploads/2009/06/boxes.jpg" rel="lightbox[1033]"><img class="alignnone size-full wp-image-1034" title="boxes" src="http://blog.quionga6.com/wp-content/uploads/2009/06/boxes.jpg" alt="boxes" width="480" height="480" /></a></p>
<p>Aproveito a apresentação que <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Bruce_Sterling" target="_blank">Bruce Stearling</a> fez na <a href="http://www.reboot.dk" target="_blank">Reboot</a> para partilhar convosco a forma como devemos reorganizar as coisas, a tralha, a colecção que vamos fazendo ao longo da vida e tornar tudo mais simples.</p>
<p>O processo não se anuncia simples&#8230; e a vontade que tenho de o fazer é tanta&#8230; o pior é o resto. Mas aqui vai.</p>
<p>Segundo o senhor, toda a nossa &#8220;tralha&#8221; deve ser dividida em 4 categorias, apenas 4, nada mais que 4:</p>
<p>. Beautiful Things</p>
<p>. Emotional Things</p>
<p>. Tolls, appliances, etc</p>
<p>. Everything Else</p>
<p><span id="more-1033"></span>Talvez já começem a desconfiar do destino natural da 4ª categoria. Mas vamos por partes.</p>
<p><strong>Beautiful Things</strong></p>
<p>As coisas lindas que temos e que gostamos de mostrar aos amigos quando nos visitam. Coisas que podemos usar para fazer &#8220;inveja&#8221;: vês como sou um gajo com bom gosto?</p>
<p>Se for mais ou menos bonito, ou quase bonito ou outra coisa qualquer&#8230; não serve.</p>
<p><strong>Emotional Things</strong></p>
<p>Aquilo que nos fica e com o qual temos uma relação e sobre a qual podemos contar uma história. Não tem história? Era apenas uma jarra velha da bisavó e nem sequer está visivel e na primeira categoria? Não serve. Fotografem de todos os ângulos e cataloguem se quiserem&#8230; mas deve ir para a 4ª categoria.</p>
<p><strong>Tolls, appliances, etc</strong></p>
<p>Aqui entra tudo o que nos serve para fazer algo que se veja. Não serve? Nunca foi usado? Está avariado e à espera de servir para peças? Funciona mal e berramos sempre que usamos porque só nos atrapalha? Não serve. Comprem novo e muito bom do que usam efectivamente. O resto&#8230; 4ª categoria.</p>
<p><strong>Everything Else</strong></p>
<p>Vendam no ebay, dêem para a quermesse, reciclem, ponham à porta de casa, ofereçam nos anos&#8230; qualquer coisa&#8230; mas livrem-se deles. Se quiserem cataloguem e fotografem antes de os fazerem desaparecer&#8230; mas LIVREM-SE DELES!</p>
<p>Eu acrescentaria uma outra forma de arrumar nesta categoria. É uma caixa fechada à mais de 5 anos? Não serve para nada. É deitar fora sem abrir.</p>
<p>E pronto. Foi isto. Agora vou começar o processo de evangelização aqui em casa porque tenho aqui umas necessidades de espaço.</p>
<p>E tu? Terias coragem?</p>
<p><strong><br />
</strong></p>
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		<title>A vida depois da Reboot</title>
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		<pubDate>Mon, 29 Jun 2009 14:29:28 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Para além dos posts sobre os projectos que publicarei no blog da Active, este é especialmente dedicado ao regresso à vida normal depois de mais uma experiência quase espiritual que é participar na Reboot, visitar e viver Copenhaga durante uns dias e concluir que nós temos muito pouca noção do bom que a nossa vida [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blog.quionga6.com/wp-content/uploads/2009/06/copenhaga.jpg" rel="lightbox[1022]"><img class="alignnone size-full wp-image-1023" title="copenhaga" src="http://blog.quionga6.com/wp-content/uploads/2009/06/copenhaga.jpg" alt="copenhaga" width="368" height="491" /></a></p>
<p>Para além dos posts sobre os projectos que publicarei no <a href="http://blog.activemedia.pt" target="_blank">blog da Active</a>, este é especialmente dedicado ao regresso à vida normal depois de mais uma experiência quase espiritual que é participar na <a href="http://www.reboot.dk" target="_blank">Reboot</a>, visitar e viver Copenhaga durante uns dias e concluir que nós temos muito pouca noção do bom que a nossa vida podia ser em Portugal. E era preciso fazer tão pouco.</p>
<p><span id="more-1022"></span><strong>Sobre a cidade</strong></p>
<p>Lendo o último número da <a href="http://www.monocle.com" target="_blank">Monocle</a> onde se indicam as melhores 25 cidades do mundo para se viver (Lisboa está em 25º), facilmente as papávamos todas e chegávamos a primeiro.</p>
<p>Temos sol, temos uma frente de rio brutal, temos uma cidade cheia de história e pergaminhos, temos quarteirões inteiros ao abandono onde se podiam começar experiências de reconversão urbana pensando numa vida sustentável, temos a nossa simpatia, a nossa &#8220;poliglotisse&#8221;, a comida&#8230; temos tanto e aproveitamos tão pouco e ainda assim ganhamos dinheiro. Imaginem se melhorarmos.</p>
<p>E depois penso no resto do país, nos nossos suburbios rurais que tentam copiar as cidades e se lhes escapa o essencial sem tentarem fazer a diferença, nas cidades médias que andam perdidas à procura do seu papel, salvo raras excepções.</p>
<p>Como tudo, não podemos ficar à espera que venha alguém e que faça tudo sozinho. Urge participar, exigir, usar, criticar e aplaudir. Urge começar pela nossa rua, pelo bairro, pela freguesia. Se queremos viver melhor temos que nos envolver.</p>
<p><strong>Sobre a Reboot</strong></p>
<p>É uma conferência pequena, apenas 500 pessoas, mais coisa menos coisa, mas onde o mais importante nem são as apresentações mas a partilha de ideias com pessoas do mundo inteiro, que ali vão com o mesmo objectivo. Perdi a conta ao número de conversas e descobertas interessantes que ali tive desde o primeiro dia.</p>
<p>E também não temos apenas grandes gurus. Temos gente normal, com boas ideias e que em algum momento das suas vidas decidiu pôr mãos à obra, arriscar e empreender.</p>
<p>A vontade que tenho de fazer uma excursão de portugueses daqueles que só se queixam e de os levar lá para verem e sentirem como a mudança está em nós e não nos outros&#8230;</p>
<p>Em Outubro temos a <a href="http://shift.pt/" target="_blank">Shift</a>, que já é um principio em território nacional duma experiência deste nível e uma oportunidade única para os que não podem deslocar-se para tão longe.</p>
<p><strong>Sobre a vida</strong></p>
<p>Com tanto subsidio e apoio para tanta coisa, o governo devia pensar seriamente em promover anos sabáticos junto dos profissionais deste país e dar-lhes condições de desenvolvimento e inovação sem a pressão do dia-a-dia no trabalho.</p>
<p>Não me peçam mais pormenores ao modo como isto devia funcionar, ainda só estou a dar uma ideia, mas que a par de bolsas de estudo, erasmos, formação profissional e etc iria fazer muito pela inovação nacional. E digo isto porque é exactamente o que me apetece fazer como forma de desenvolvimento pessoal e porque as horas livres já não chegam para tudo.</p>
<p>Senão tenho que encontrar um sponsor. Alguém interessado?</p>
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		<title>pegada digital</title>
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		<pubDate>Thu, 21 May 2009 19:20:42 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Quase todos os dias oiço bocas do género &#8220;estás sempre no Facebook&#8221; ou &#8220;tens uma actividade brutal no Linkedin&#8221; ou&#8230; E como fiz este esquema a pedido dum bife que anda por aí a estudar fluxos de informação na demência do seculo 21, aproveito para partilhar, o que acontece sempre que resolvo partilhar algo com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blog.quionga6.com/wp-content/uploads/2009/05/information_flow_2.png" rel="lightbox[1004]"><a href="http://blog.quionga6.com/wp-content/uploads/2009/05/information_flow_2.png" rel="lightbox[1004]"><img class="alignnone size-large wp-image-1005" title="information_flow_2" src="http://blog.quionga6.com/wp-content/uploads/2009/05/information_flow_2-1024x674.png" alt="information_flow_2" width="534" height="351" /></a><br />
</a></p>
<p>Quase todos os dias oiço bocas do género &#8220;estás sempre no Facebook&#8221; ou &#8220;tens uma actividade brutal no Linkedin&#8221; ou&#8230;</p>
<p>E como fiz este esquema a pedido dum <em>bife</em> que anda por aí a estudar fluxos de informação na demência do seculo 21, aproveito para partilhar, o que acontece sempre que resolvo partilhar algo com o mundo.</p>
<p>Claro que no fim a vontade é de apagar isto tudo e ser uma pessoa mais ecológica. Imagem o CO2 dos servidores que trabalham por minha conta?</p>
<p>Mas enquanto isso não acontece, delirem com a beleza dos automatismos e dos robots que constroem a minha presença online.</p>
<p>A última pergunta que devem fazer é se o tipo vai perceber a minha letra. Mas a culpa é da cadeira de mestrado em medicina que resolvi tirar em regime de e-learning. Ou era PHP? Estou baralhado.</p>
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		<title>Ouvidos nos dedos</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Feb 2009 19:06:06 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Uma brincadeira com tintas e jornais, uma tarde de Sábado, uma subversão&#8230; ainda pode lerforam todos fumarPhotografiasDiz CursoJohn &#038; JohnBin Laden 10 &#8211; Ocidente 0]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blog.quionga6.com/wp-content/uploads/2009/02/ouvidos_nos_dedos.jpg" target="_blank" rel="lightbox[917]"><img class="alignnone size-medium wp-image-918" title="ouvidos_nos_dedos" src="http://blog.quionga6.com/wp-content/uploads/2009/02/ouvidos_nos_dedos-300x221.jpg" alt="ouvidos_nos_dedos" width="300" height="221" /></a></p>
<p>Uma brincadeira com tintas e jornais, uma tarde de Sábado, uma subversão&#8230;</p>
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		<title>A Zon e os cinemas</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Jan 2009 11:49:14 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Esta guerra dos pequenos cinemas contra a Zon e o seu cartão fez-me lembrar a guerra do pequeno comércio contra os hipermercados e os horários que disso sairam. Alguns anos depois o pequeno comercio está na mesma ou pior e de nada lhes valeu a proibição de os continentes desta vida abrirem ao Domingo à [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-medium wp-image-874" title="regal-theater-logo" src="http://blog.quionga6.com/wp-content/uploads/2009/01/regal-theater-logo-300x220.jpg" alt="regal-theater-logo" width="300" height="220" /></p>
<p>Esta guerra dos pequenos cinemas contra a Zon e o seu cartão fez-me lembrar a guerra do pequeno comércio contra os hipermercados e os horários que disso sairam.</p>
<p>Alguns anos depois o pequeno comercio está na mesma ou pior e de nada lhes valeu a proibição de os continentes desta vida abrirem ao Domingo à tarde.</p>
<p>E porquê? Porque na prática a única coisa que ganharam foi mais tempo de frigorifico na morgue. Sem se modernizarem, sem se adequarem ao ritmo dos clientes e às suas necessidades, sem qualquer tipo de inovação&#8230; e no caso do pequeno comercio, aquilo que vejo é um desperdicio do que têm de melhor &#8211; a proximidade e intimidade com o cliente &#8211; e do não recuperar das velhas práticas de serviço que os podem distinguir: entregas em casa, por exemplo.</p>
<p>Os cinemas fizeram o mesmo. Compraram tempo de frigorifico na morgue em vez de olharem para aquilo que podem fazer diferente. Se pensarmos bem, os cinemas Lusomundo são os cinemas da pipoca e do garrafão. Gostaremos todos dessa experiência? Eu não. E por isso não ponho lá os pés.</p>
<p>Não haveria um parceiro que proporcionasse uma acção idêntica? Haveria certamente, mas isso implica dinâmica&#8230; e a dinâmica dá uma trabalheira do caraças.</p>
<p>Então proiba-se! Que no fundo é disso que nós gostamos. Da proibição bacoca.</p>
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		<title>Quem nasce no Natal&#8230; merece 2</title>
		<link>http://blog.quionga6.com/2008/12/18/quem-nasce-no-natal-merece-2/</link>
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		<pubDate>Thu, 18 Dec 2008 15:09:07 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[aniversário]]></category>
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		<description><![CDATA[Finalmente que alguém me compreende e todas as demais vítimas desta época. Cada vez penso mais em propor que o Natal seja uma festa móvel, como o Carnaval ou a Páscoa. Assim sempre se dava oportunidade às pessoas de celebrarem condignamente o seu aniversário, olha que porra. Até podia ser uma data escolhida em sorteio [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object width="425" height="344" data="http://www.youtube.com/v/G77WMTUZarM&amp;color1=0xe1600f&amp;color2=0xfebd01&amp;hl=pt-br&amp;feature=player_embedded&amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/G77WMTUZarM&amp;color1=0xe1600f&amp;color2=0xfebd01&amp;hl=pt-br&amp;feature=player_embedded&amp;fs=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object></p>
<p>Finalmente que alguém me compreende e todas as demais vítimas desta época. Cada vez penso mais em propor que o Natal seja uma festa móvel, como o Carnaval ou a Páscoa. Assim sempre se dava oportunidade às pessoas de celebrarem condignamente o seu aniversário, olha que porra.</p>
<p>Até podia ser uma data escolhida em sorteio pelo Presidente da República&#8230; podia ser no verão, ou noutro dia qualquer&#8230; mas que pelo menos um ano não fosse a 24 de Dezembro&#8230; é pedir muito? Com tanta tecnologia e evolução e continuamos condenados a estas imposições das datas.</p>
<p>O resto destes manifestos podem ser vistos no <a href="http://www.nascinonatal.com.br/" target="_blank">site</a> deste shopping brasileiro.</p>
<p>Via <a href="http://comunicadores.info/2008/12/17/shopping-center-norte-manifesto-de-natal/" target="_blank">Comunicadores</a></p>
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		<title>rotunda de utilidade pública</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Oct 2008 13:11:10 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[rotunda de utilidade pública, originally uploaded by quionga6. Descubro esta rotunda na zona industrial de Oliveira de Frades e sei que foi instalada por uma empresa que está a construir paineis fotovoltaicos, do grupo Martifer, e que ali a colocou para servir interesses vários. Se algum autarca me está a ler, deixe de pensar em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: left; padding: 3px;"><a title="photo sharing" href="http://www.flickr.com/photos/quionga6/2924502148/"><img style="border: solid 2px #000000;" src="http://farm4.static.flickr.com/3155/2924502148_b7751d289b.jpg" alt="" /></a></p>
<p><span style="font-size: 0.8em; margin-top: 0px;"><a href="http://www.flickr.com/photos/quionga6/2924502148/">rotunda de utilidade pública</a>, originally uploaded by <a href="http://www.flickr.com/people/quionga6/">quionga6</a>.</span></div>
<div style="text-align: left; padding: 3px;">Descubro esta rotunda na zona industrial de Oliveira de Frades e sei que foi instalada por uma empresa que está a construir paineis fotovoltaicos, do grupo Martifer, e que ali a colocou para servir interesses vários.</div>
<div style="text-align: left; padding: 3px;">Se algum autarca me está a ler, deixe de pensar em estátuas, pseudo-jardins e outras pirosadas para as muitas rotundas do seu municipio. Aqui tem a verdadeira utilidade. Em alternativa pode colocar uma heólica, mas é capaz de ser mais complicado.</div>
<div style="text-align: left; padding: 3px;">Esta solução tem mais vantagens: debaixo da sombra ainda se podem fazer instalar senhores agentes da autoridade, em controlo de tráfego, ou para espaço de piquenique&#8230; durante a noite o painel pode servir de ecrã de projecção e fazer-se cinema ao ar livre. E ainda se produz a energia que se gasta.</div>
<div style="text-align: left; padding: 3px;">Como se vê&#8230; ideias não me faltam. Só não sou edil&#8230; ainda.</div>
<div style="text-align: left; padding: 3px;"></div>
<div style="text-align: left; padding: 3px;"></div>
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